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Senado aprova nome ‘Viaduto Papa Francisco’ para acesso a Aparecida (SP)

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O Senado aprovou nesta terça-feira (16) o projeto que dá o nome de “Viaduto Papa Francisco” ao trecho localizado no km 2,3 da rodovia BR-488, em Aparecida (SP). A proposta (PL 1.856/2025), que veio da Câmara dos Deputados, agora segue para sanção presidencial.

A BR-488 é a principal via de acesso ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, o maior centro de peregrinação católica do Brasil e da América Latina, que recebe milhões de fiéis todos os anos.

Apresentado pelo deputado Antonio Brito (PSD-BA), o projeto recebeu parecer favorável do relator, senador Fernando Farias (MDB-AL). Para Farias, a homenagem é justa. Ele relembrou a visita do Papa Francisco ao santuário em julho de 2013.

— O Papa exortou os fiéis a olharem para o exemplo de fé e entrega de Nossa Senhora Aparecida, ressaltando a beleza do acolhimento e do amor maternal que ela representa. Suas palavras transcenderam a liturgia, ao estabelecer uma conexão emocional e espiritual com o povo brasileiro — afirmou o senador.

Papa Francisco

Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, nasceu em 17 de dezembro de 1936 e faleceu em 21 de abril deste ano, aos 88 anos. Tornou-se o 266º papa da Igreja Católica em março de 2013, cargo que ocupou até sua morte.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Motta defende análise de impacto fiscal sobre mudanças no faturamento de MEI

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que é preciso analisar o impacto fiscal de eventuais mudanças no faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs). Segundo ele, o texto já aprovado pelo Senado está em análise pela comissão especial criada para debater o tema.

Os senadores aprovaram o limite de R$ 130 mil anuais e a contratação de até dois funcionários (Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21). Atualmente, para ser enquadrado como MEI, o faturamento da empresa deve ser de até R$ 81 mil e é permitida apenas a contratação de um funcionário. Para Motta, antes de votar, é preciso avaliar se as contas públicas suportam tal mudança.

“Levei ao presidente Lula esse pleito e queremos fortalecer esse debate e a discussão nos próximos dias”, disse Motta.

“Nos números do MEI, o Senado aprovou um reajuste de R$ 50 mil. Vamos entender o impacto fiscal disso. Por isso, é fundamental o diálogo com o governo para que as contas públicas suportem essa medida. Temos que fazer o diálogo para que aquilo que for aprovado represente, na prática, uma melhora para milhões de empresas inseridas nesse modelo”, defendeu o presidente.

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Fim da escala 6×1
Motta afirmou que ainda não há um cronograma para votar o projeto de lei encaminhado pelo Poder Executivo com urgência constitucional que trata do detalhamento da redução da jornada de trabalho.

Ele afirmou que vai aguardar a aprovação pelo Senado da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, aprovada nesta quarta-feira pela Câmara. Ele disse ainda que acredita que o Senado dará celeridade à proposta.

Motta também comemorou a aprovação da PEC. “A minha avaliação é positiva. Conseguimos construir, de maneira equilibrada, aquilo que era uma demanda da população brasileira. Foi uma das maiores entregas aos trabalhadores do país. A última redução ocorreu ainda na Constituinte, há quase 40 anos. Depois disso, tivemos a oportunidade de compreender que, além do ganho econômico, precisamos olhar também para a qualidade de vida das pessoas”, afirmou Motta.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

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Fonte: Câmara dos Deputados

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