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MCTI lança estudo sobre os parques tecnológicos do Brasil, em Foz do Iguaçu

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lança, nesta segunda-feira (13), às 18h15, o estudo Evolução, Impacto e Potencial dos Parques Tecnológicos do Brasil, durante a abertura da 35ª Conferência Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores), em Foz do Iguaçu (PR). A publicação apresenta um panorama inédito sobre o desenvolvimento dos parques tecnológicos no País. 

Dados da plataforma InovaData apontam que o Brasil conta com 113 parques tecnológicos, dos quais 64 estão em operação, 42 em implementação e sete em planejamento. Juntas, as iniciativas abrigam mais de 2,7 mil empresas e organizações.

O lançamento tem presença do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Daniel Almeida, na abertura do evento. O prefácio da publicação é assinado pela ministra Luciana Santos.

“O MCTI tem sido um protagonista, reafirmando o seu compromisso com o fomento à inovação por meio de investimentos estruturantes. A partir de chamadas públicas feitas pela Financiadora de Estudos e Projetos [Finep], utilizando recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [FNDCT], foram destinados aproximadamente R$ 670 milhões para apoiar 56 parques tecnológicos em todas as regiões do Brasil”, escreve a ministra.

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A obra foi produzida em parceria com a Universidade Federal de Viçosa. Por meio do Núcleo de Tecnologias de Gestão, o estudo analisa dados consolidados da Plataforma MCTI-InovaData.br e apresenta uma visão atualizada sobre a evolução, o impacto e o potencial desses espaços de inovação.

“Os parques tecnológicos são plataformas que conectam empresas, universidades e governos, transformando conhecimento em inovação e desenvolvimento. Este estudo é um instrumento fundamental para orientar novas políticas públicas e consolidar o Brasil como protagonista na economia do conhecimento”, afirma Daniel Almeida.

O livro também marca as comemorações dos 40 anos das políticas públicas de apoio aos ambientes de inovação no Brasil, celebradas em 2024, e integra o conjunto de iniciativas pelos 40 anos do MCTI, completados em 2025.

Serviço

Evento: Lançamento do estudo Evolução, Impacto e Potencial dos Parques Tecnológicos do Brasil
Data: segunda-feira (13)
Horário: 18h15
Local: Rafain Palace Hotel, Av. Olímpio Rafagnin, 2.357, Parque Imperatriz, Foz do Iguaçu (PR)

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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CTI Renato Archer amplia rede de laboratórios abertos com nova estrutura de pesquisa

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Referência nacional em áreas como inteligência artificial, microeletrônica, nanotecnologia e inovação industrial, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), inaugurou, nesta segunda-feira (18), o seu Laboratório Aberto de Caracterização de Materiais (LAmat). A apresentação do novo espaço que fortalece a infraestrutura científica e tecnológica do país contou com a presença da ministra do MCTI, Luciana Santos.

O LAmat passa a integrar o conjunto de laboratórios abertos do CTI Renato Archer e foi criado para apoiar pesquisas em materiais avançados, nanotecnologia, micro e nanoeletrônica, fotônica e energia. A iniciativa recebeu cerca de R$ 5,2 milhões em investimentos da Finep e do MCTI para aquisição de equipamentos e adequação da infraestrutura. 

O laboratório permitirá análises químicas, ópticas, térmicas e eletrônicas de materiais e apoiará pesquisas em áreas estratégicas, como saúde avançada, tecnologias quânticas, convergência tecnológica e energia. Entre as aplicações previstas, estão estudos sobre células solares de alto rendimento, biossensores para doenças tropicais negligenciadas, dispositivos implantáveis e sensores para a agroindústria.  

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Durante a visita, a ministra destacou o papel do centro na conexão entre ciência, indústria e desenvolvimento nacional. “O Renato Archer nunca foi apenas um centro de pesquisa. Ele é uma ponte entre ciência e indústria, entre universidade e setor produtivo, entre conhecimento e desenvolvimento nacional”, afirmou. 

Luciana Santos também ressaltou os investimentos realizados pelo governo federal na unidade. Desde 2023, já foram assinados R$ 36,8 milhões em contratos com o CTI Renato Archer, além de uma nova encomenda tecnológica de R$ 10,1 milhões ainda em análise, por meio da Finep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).  

Laboratório aberto

 A diretora institucional do CTI Renato Archer, Juliana Kelmy Macário Barboza Daguano, destacou que o novo laboratório fortalece o modelo colaborativo adotado pela instituição.

“Os laboratórios abertos contribuem para o avanço científico e tecnológico por meio do acesso a recursos especializados, promovendo a colaboração entre academia, empresas e instituições públicas”, afirmou. 

Além do LAmat, o CTI Renato Archer mantém outros laboratórios abertos voltados à micro e nanofabricação, impressão 3D, integração de sistemas e imageamento em micro-nanoeletrônica, ampliando o acesso compartilhado à infraestrutura científica de alta complexidade. 

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Com mais de quatro décadas de atuação, o CTI Renato Archer tem papel importante no desenvolvimento de tecnologias estratégicas para o Brasil. A instituição participou de iniciativas como a construção da ICP-Brasil, sistema que sustenta a certificação digital no país, e contribuiu para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de TV Digital. Além disso, atua em pesquisas voltadas à segurança cibernética, impressão 3D aplicada à saúde, biofabricação, robótica e inteligência artificial. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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