MATO GROSSO
Programa da Sema será destaque em evento da Agência Nacional de Água e Saneamento Básico como prática exitosa
MATO GROSSO
O Programa de Fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado de Mato Grosso – Procomitês, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), foi uma das dez experiências selecionadas pela Agência Nacional de Água e Saneamento Básico (ANA) para ser apresentado como experiência exitosa na segunda edição do Encontro Progestão: Semeando Ideias, Colhendo Compartilhando Experiências.
O evento será nos dias 07 e 08 de agosto em Foz do Iguaçu, durante o 1º Fórum Brasil das Águas.
O encontro Progestão é realizado a cada dois anos e visa divulgar atividades implementadas pelos órgãos estaduais de gestão de recursos hídricos, incentivar a troca de experiências e estreitar as relações entre os estados e Agência Nacional de Água na melhoria da gestão compartilhada dos recursos hídricos de forma colaborativa.
O superintendente de Recursos Hídricos da Sema, Luiz Noquelli, disse que foi muito gratificante tomar conhecimento de que a experiência do Governo de Mato Grosso foi selecionada pela ANA.
“Isso mostra que a Sema está no caminho certo, desenvolvendo suas atividades de forma integrada, descentralizada e participativa, seguindo os moldes determinados na política nacional e estadual de recursos hídricos para a efetiva implantação da política de água”, afirmou Noquelli.
Procomitês
O Estado de Mato Grosso aderiu ao Programa Nacional de Fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas (Procomitês) em 2017, que perdurou por cinco anos. Com a definição de que o ano de 2023 seria o período de encerramento, a Superintendência de Recursos Hídricos percebeu a necessidade de manter apoio financeiro e administrativo aos comitês. Como isso, foi apresentado uma proposta para elaboração de um Programa Procomitês a nível estadual, com o objetivo de dar continuidade às ações iniciadas pelo programa da ANA.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem que matou ex queimada vai a júri nesta quinta-feira (21)
Djavanderson de Oliveira de Araújo, acusado de atear fogo e matar a ex-namorada Juliana Valdivino da Silva em setembro de 2024, será julgado pelo Tribunal do Júri de Paranatinga (a 373 km de Cuiabá) na próxima quinta-feira (21). O julgamento está marcado para 8h, no Fórum da comarca. Participa do júri a promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonca Siscar, da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Paranatinga.De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após uma discussão com a vítima, o acusado jogou álcool (etanol) sobre o corpo de Juliana e ateou fogo. Os dois sofreram queimaduras graves. A vítima teve lesões de 2º e 3º grau em cerca de 90% do corpo, foi transferida para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e permaneceu internada em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias depois.“O delito foi praticado contra mulher por razões da condição de sexo feminino, envolvendo violência doméstica e familiar, uma vez que o casal conviveu maritalmente por aproximadamente três anos, mas há três meses estavam separados”, destacou o MPMT. Segundo a investigação, Juliana residia no alojamento do frigorífico onde trabalhava e, no dia do crime, foi até a antiga residência do casal para buscar pertences pessoais. Na ocasião, acabou sendo impedida de sair pelo denunciado, sob o pretexto de que ele desejava conversar. Temendo por sua segurança, a vítima enviou mensagens à mãe com o endereço e um pedido de socorro, conseguindo deixar o local apenas após a intervenção da genitora.Horas depois, o acusado teria premeditado o crime. Ele foi até um posto de combustível da cidade, onde adquiriu etanol, e, no período da noite, utilizou-se de um ardil para atrair novamente a vítima, alegando ter se envolvido em um acidente e precisar de ajuda. Sensibilizada, Juliana retornou ao local. Após nova discussão, o acusado lançou o combustível sobre ela e ateou fogo, agindo de forma a impedir qualquer possibilidade de defesa, motivado pela inconformidade com o término do relacionamento.Além do feminicídio, Djavanderson também foi denunciado por perseguição e violência psicológica. Conforme o Ministério Público, ele monitorava a vítima por meio da clonagem do celular, acessando suas comunicações e localização, além de exercer controle emocional com ameaças de suicídio e restrição de sua liberdade, inclusive impedindo-a temporariamente de sair de casa no dia dos fatos.O réu está preso preventivamente desde setembro de 2024, no Centro de Custódia de Cuiabá.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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