POLITÍCA NACIONAL
Augusta Brito é a nova procuradora especial da Mulher no Senado
POLITÍCA NACIONAL
A senadora Augusta Brito (PT-CE) assumiu o cargo de procuradora especial da Mulher na terça-feira (9). Ela foi designada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no lugar da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), e seu mandato como procuradora vai até 2027.
Na data do anúncio, a Bancada Feminina do Senado foi recebida por Davi na Residência Oficial. Além de Augusta Brito e Zenaide Maia, estiveram no encontro as senadoras Eliziane Gama (PSD-MA), Professora Dorinha Seabra (União-TO), Margareth Buzetti (PP-MT), Tereza Cristina (PP-MS), Jussara Lima (PSD-PI) e Ivete da Silveira (MDB-SC).
Em entrevista à TV Senado, Augusta Brito salientou o consenso da Bancada Feminina em apoio a seu nome. Ela prometeu estreitar a cooperação da Procuradoria Especial da Mulher do Senado com as procuradorias estaduais e municipais congêneres.
— É uma missão que recebo com muita responsabilidade. Tenho certeza de que vou também contar com minhas amigas senadoras, e senadores que apoiam, para que a gente possa fazer um ótimo trabalho.
Augusta espera apresentar na próxima semana seu plano de trabalho, que inclui a realização de mais palestras e cursos nos municípios e a disponibilização de um número de WhatsApp para atendimento a denúncias de mulheres.
A Procuradoria Especial da Mulher do Senado é um órgão criado em 2013 para zelar e fiscalizar os direitos das mulheres, promovendo a igualdade de gênero e o empoderamento feminino. Entre suas atividades, estão receber e encaminhar denúncias de violência, defender projetos de lei e políticas públicas que ampliem os direitos das mulheres, cooperar com organismos nacionais e internacionais, e promover estudos e debates sobre questões de gênero.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova projeto de lei para melhorar fornecimento de energia em Roraima
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6737/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR), que busca assegurar que a conexão do estado de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) resulte em fornecimento estável, contínuo e seguro, inclusive em áreas remotas.
A proposta cria a Lei de Resiliência Energética Pós-Interligação e Qualidade do Serviço no estado.
O texto aprovado estabelece metas de desempenho e de continuidade do serviço. Também cria o Plano de Resiliência Energética para Localidades Remotas de Roraima, que prevê soluções descentralizadas, como geração solar e sistemas de armazenamento.
Pelo texto, terão prioridade as unidades de saúde, as escolas, os sistemas de abastecimento de água e os órgãos de segurança pública.
O relator, deputado Dagoberto Nogueira (PP-MS), recomendou a aprovação. “O projeto apresenta solução adequada e direcionada à realidade local, ao instituir uma política específica de resiliência energética para o estado”, disse ele.
“O objetivo é transformar a recente conexão ao SIN, concluída em 2025, em um benefício estrutural e sustentável para a população de Roraima, reduzindo as interrupções e elevando os padrões de qualidade”, acrescenta.
Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM
Edição – Rachel Librelon
Fonte: Câmara dos Deputados
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