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Prouni 2026: divulgada a 1ª chamada para o 2º semestre
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Estudantes que participaram do processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni), referente ao segundo semestre de 2026, já podem conferir o resultado da primeira chamada por meio do Portal Acesso Único ao Ensino Superior. O prazo para os pré-selecionados comprovarem as informações da inscrição começa nesta quarta-feira, 15 de julho, e vai até o dia 24 do mesmo mês.
A documentação exigida para essa comprovação deve ser apresentada diretamente na instituição para a qual o estudante foi pré-selecionado. As instituições podem oferecer serviço eletrônico para isso, mas é de inteira responsabilidade de cada participante verificar, na instituição de ensino, os horários e o local de comparecimento para a análise das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, na reprovação de quem já foi pré-selecionado. O prazo deve ser rigorosamente observado e será encerrado no dia 24 de julho.
Os candidatos que não foram pré-selecionados neste momento, terão mais duas possibilidades de conquistar uma vaga no ensino superior: a segunda chamada do Prouni, que será realizada no dia 5 de agosto, com o período para comprovação de informações de 5 a 14 de agosto, e a lista de espera, para a qual os interessados têm entre 26 e 27 de agosto para se manifestar. A divulgação da lista será no dia 1° de setembro, e a comprovação das informações deve ser feita entre 1° e 14 de setembro.
Bolsas – Nesta edição, o Ministério da Educação (MEC) ofertou 471.304 bolsas de estudo em 380 cursos de graduação, distribuídas entre ampla concorrência e cotas, de 879 instituições privadas de educação superior.
Do total de bolsas ofertadas, 219.725 são integrais, cobrindo todo o valor da mensalidade, e 251.579 são parciais, arcando com 50% do valor do curso. O programa reserva vagas a candidatos que atendem aos critérios da política de ações afirmativas do programa, incluindo pessoas com deficiência e candidatos autodeclarados indígenas, pretos ou pardos. Para pessoas com deficiência, são ofertadas 35.365 bolsas; para pretos, pardos e indígenas, são 188.880; e para a ampla concorrência, as demais 247.059 bolsas de estudo.
O curso com o maior número de bolsas ofertadas em todo o país é análise de desenvolvimento de sistemas, com 31.221 bolsas. Em seguida estão administração, com 30.893 bolsas, e ciências contábeis, com 27.029. Para o curso de medicina, o programa ofertou 1.013 bolsas.
Confira o cronograma completo do Prouni 2/2026:
Resultado da 1ª chamada: 15 de julho
Comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados na 1ª chamada: 15 a 24 de julho
Resultado da 2ª chamada: 5 de agosto
Comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados na 2ª chamada: 5 a 14 de agosto
Lista de espera: 26 e 27 de agosto
Resultado da lista de espera: 1º de setembro
Comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados em lista de espera: 1º a 14 de setembro.
Prouni – Criado em 2004 e instituído pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade para Todos (Prouni) oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de educação superior privadas. O Prouni ocorre duas vezes ao ano e tem como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
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Terras raras: o que são e para o que servem?
O termo “terras raras” se refere a um grupo de 17 elementos químicos que, em geral, estão distribuídos em diferentes tipos de minerais, e, assim, exigem processos específicos para sua separação e aproveitamento.
Esses elementos são considerados importantes para diversos setores da economia devido às suas propriedades físicas e químicas, que permitem aplicações em tecnologias, equipamentos eletrônicos, geração de energia e indústria. Na prática, as terras raras estão presentes em diversos produtos utilizados no dia a dia, como smartphones, computadores, televisores, equipamentos médicos, veículos elétricos e sistemas de geração de energia. Suas propriedades ajudam a tornar esses equipamentos mais eficientes, leves e duráveis.
Apesar do nome, as terras raras não são necessariamente escassas. Muitos desses elementos são relativamente abundantes na crosta terrestre, mas costumam estar dispersos em baixas concentrações, o que torna sua identificação, extração e processamento mais complexos. A viabilidade econômica de um depósito de terras raras, no entanto, depende de fatores como o teor dos elementos, a mineralogia associada, a complexidade do beneficiamento e as condições de mercado e logística.
No Brasil, as terras raras ocorrem, em grande parte, em depósitos de argilas iônicas, formados pelo intemperismo de rochas enriquecidas nesses elementos, que dá origem a perfis de solo com camadas argilosas onde os elementos ficam adsorvidos a argilas. Esse tipo de ocorrência pode favorecer a extração dos elementos e, em determinadas condições geológicas e operacionais, resultar em menor necessidade de etapas de beneficiamento, contribuindo para a redução dos impactos ambientais em comparação com outros tipos de depósitos.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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