AGRONEGOCIOS
BASF e Farmtech lançam parceria que libera R$ 500 milhões em crédito digital para distribuidores até a safra 2025/26
AGRONEGOCIOS
O conecta.ag, ecossistema digital de negócios da BASF Soluções para Agricultura, firmou uma parceria inédita com a Farmtech, hub de tecnologia e fintech especializada em crédito agrícola. O objetivo é ampliar o acesso a recursos financeiros no campo por meio do Conecta Prime, programa que integra soluções de crédito digital diretamente ao ponto de venda dentro da própria plataforma.
Com a iniciativa, os distribuidores parceiros poderão realizar vendas com checkout digital, garantindo mais agilidade no fluxo de caixa e ampliando seu potencial de crescimento no mercado.
Crédito digital atinge R$ 200 milhões e mira R$ 500 milhões até 2026
Desde a assinatura do contrato, em outubro deste ano, o programa já movimentou R$ 200 milhões em crédito concedido aos distribuidores participantes. A meta é alcançar R$ 500 milhões até o fim da safra 2025/26, impulsionando o financiamento e as vendas dentro do ecossistema.
De acordo com Patricia Ambrósio, líder de Serviços Financeiros e Operações Estruturadas do conecta.ag, a parceria representa um avanço significativo para o setor.
“O Conecta Prime é uma solução diferenciada que amplia o acesso ao crédito com taxas competitivas, atendimento personalizado e novas oportunidades de negócio”, afirmou.
Digitalização e agilidade na concessão de crédito
Um dos diferenciais do modelo está na digitalização completa da jornada de crédito. Segundo Ambrósio, todo o processo — da compra à liquidação — ocorre de forma digital e sem burocracia, tornando a experiência do produtor mais ágil e eficiente.
Com o novo formato, os distribuidores do conecta.ag passam a ter acesso às soluções financeiras da Farmtech para adquirir produtos, expandir portfólios e garantir capital de giro.
Farmtech amplia acesso e rapidez às operações financeiras
Atuando como agente financeiro digital da plataforma, a Farmtech oferece flexibilidade e rapidez na criação de soluções de crédito personalizadas. O modelo tecnológico inovador da empresa permite integrar seus sistemas aos processos de vendas do conecta.ag, assegurando análises e aprovações em larga escala com alta precisão.
O CEO da Farmtech, Rafael Pilla, destacou o impacto positivo da parceria:
“Nosso motor de crédito proprietário garante uma liberação ágil e segura dos recursos, fortalecendo toda a cadeia produtiva. O vendedor consegue concluir a venda na hora, com o crédito já aprovado, e a revenda recebe o valor à vista, sem comprometer o fluxo de caixa”, explicou.
Conecta.ag amplia base de distribuidores e transações
O conecta.ag segue em ritmo acelerado de expansão, com crescimento expressivo no volume de transações e na base de parceiros. Atualmente, o segmento financeiro já representa 50% do valor total movimentado na plataforma.
Segundo Patricia Ambrósio, a tendência é de continuidade desse avanço:
“Ainda há um grande potencial de digitalização no crédito agrícola, e queremos ser o parceiro estratégico dos distribuidores e revendas nessa jornada que integra crédito, pagamentos e soluções financeiras digitais.”
Inovação e integração no agronegócio digital
Desenvolvido em parceria com a Vertem, empresa pioneira em ecossistemas de negócios no Brasil, o conecta.ag busca integrar toda a cadeia do agronegócio em um ambiente digital unificado. Além das soluções financeiras, a plataforma oferece infraestrutura para lojas virtuais, ferramentas de fidelização como o Conecta Pontos e acesso a oportunidades comerciais em todo o país.
O diretor de Digital, Novos Modelos de Negócios e Excelência Comercial da BASF na América Latina, Almir Araujo, ressalta que a iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento sustentável do setor:
“A BASF investe em inovações que unem tecnologia e rentabilidade, fortalecendo a cadeia produtiva e antecipando as necessidades do mercado com soluções digitais integradas à jornada do produtor.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Alta do petróleo e avanço dos biocombustíveis elevam preços internacionais dos alimentos
A nova alta dos preços internacionais dos alimentos acendeu um alerta, e também abriu oportunidades, para o agronegócio brasileiro. Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostra que os alimentos voltaram a subir em abril, puxados principalmente pelos óleos vegetais, em um movimento diretamente ligado à tensão no Oriente Médio, ao petróleo mais caro e ao avanço global dos biocombustíveis.
O Índice de Preços de Alimentos da FAO subiu 1,6% em abril e atingiu o maior nível desde fevereiro de 2023. Para o produtor brasileiro, porém, o dado mais importante está no comportamento do óleo de soja e das commodities ligadas à energia.
Com o aumento das tensões envolvendo o Irã e os riscos sobre o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, o mercado internacional passou a precificar possível alta nos combustíveis fósseis. Na prática, petróleo mais caro torna o biodiesel mais competitivo e aumenta a demanda por matérias-primas agrícolas usadas na produção de energia renovável.
É justamente aí que o Brasil ganha relevância. Maior produtor e exportador mundial de soja, o país também ampliou nos últimos anos sua indústria de biodiesel. Com a mistura obrigatória de biodiesel no diesel em níveis mais elevados, cresce a demanda interna por óleo de soja, fortalecendo toda a cadeia produtiva.
O efeito tende a chegar dentro da porteira. Preços internacionais mais firmes para óleo vegetal ajudam a sustentar as cotações da soja, melhoram margens da indústria e podem aumentar a demanda pelo grão brasileiro nos próximos meses.
Além disso, o cenário fortalece a estratégia de agregação de valor do agro nacional. Em vez de depender apenas da exportação do grão bruto, o Brasil amplia espaço na produção de farelo, óleo e biocombustíveis, segmentos mais ligados à industrialização e geração de renda.
Os cereais também registraram leve alta internacional em abril. Segundo a FAO, preocupações climáticas e custos elevados de fertilizantes continuam influenciando o mercado global de trigo e milho.
Mesmo assim, os estoques mundiais seguem relativamente confortáveis, reduzindo o risco de uma disparada mais intensa nos preços dos grãos neste momento. Outro ponto que interessa diretamente ao produtor brasileiro está na carne bovina. O índice internacional das proteínas animais bateu recorde em abril, impulsionado principalmente pela menor oferta de bovinos prontos para abate no Brasil.
Isso ajuda a sustentar os preços internacionais da proteína brasileira e reforça a competitividade do país em um momento de demanda firme no mercado externo. Na direção oposta, o açúcar caiu quase 5% no mercado internacional diante da expectativa de aumento da oferta global, especialmente por causa da perspectiva de produção elevada no Brasil.
A FAO também revisou para cima sua projeção para a safra mundial de cereais em 2025, estimada agora em 3,04 bilhões de toneladas — novo recorde histórico. O cenário mostra que o mercado global de alimentos continua abastecido, mas cada vez mais conectado ao comportamento da energia, da geopolítica e dos biocombustíveis. Para o agro brasileiro, isso significa que petróleo, conflitos internacionais e política energética passaram a influenciar diretamente o preço da soja, do milho, da carne e até a rentabilidade dentro da fazenda.
Fonte: Pensar Agro
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

