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bp bioenergy reduz em 59% os incêndios em São Paulo com tecnologia e gestão integrada
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Em meio ao recorde de incêndios que afetou o setor sucroenergético em 2024, a bp bioenergy, líder no mercado brasileiro de açúcar, etanol e bioeletricidade, apresenta resultados expressivos no combate a esse problema em São Paulo. Entre 2019 e 2024, a companhia registrou uma queda de 59% nos incêndios nas áreas próximas às suas unidades de Guariroba (Pontes Gestal), Moema (Orindiúva) e Ouroeste (município homônimo).
Desempenho nacional reforça o compromisso com a prevenção
Considerando todas as 11 unidades da bp bioenergy em cinco estados, a redução nos incêndios alcançou 46,5% no mesmo período. Além disso, houve uma diminuição de 66% no tempo médio de resposta às ocorrências, reforçando a eficácia das ações implementadas pela empresa.
Programa Brigada 4.0: inovação e integração tecnológica
Os resultados são fruto do Programa Brigada 4.0, criado em 2019 para prevenir, detectar e combater incêndios de forma rápida, inteligente e integrada. O programa prioriza a proteção de vidas, a preservação ambiental e a continuidade das operações. Para isso, a bp bioenergy já investiu mais de R$ 80 milhões em equipamentos, treinamentos, práticas preventivas e tecnologia.
Parceria com TIM e conectividade para monitoramento avançado
Uma das inovações do programa é a parceria com a TIM, que levou conectividade 4G a 3 milhões de hectares, por meio da instalação de 98 torres nas regiões de atuação da empresa. Essa infraestrutura possibilita o uso de sistemas de ponta, como o Pantera — uma solução de inteligência artificial da startup brasileira umgrauemeio.
Tecnologia Pantera e monitoramento em tempo real
O Pantera opera com câmeras térmicas de alta definição instaladas em torres nas 11 unidades, identificando focos de incêndio em segundos. O sistema ainda utiliza dados de satélite para prever condições favoráveis a incêndios e integra o GPS da frota de combate, facilitando a rápida localização e acionamento das equipes mais próximas.
Central SmartHub e gestão logística integrada
Todas as informações são centralizadas no SmartHub, em São José do Rio Preto (SP), que monitora 24 horas por dia as atividades no campo, do plantio à colheita. Essa central possibilita o acionamento imediato das brigadas, reduzindo o tempo de resposta e minimizando impactos ambientais e operacionais.
Estrutura robusta e equipe treinada para combate a incêndios
O Programa Brigada 4.0 conta com uma frota composta por 97 caminhões-bombeiro com jatos automatizados, 16 caminhões-pipa, 12 caminhões-tanque e mais de 1.050 brigadistas treinados. Além disso, campanhas de conscientização são realizadas junto a colaboradores e comunidades locais, especialmente nos meses mais secos.
Compromisso com inovação, sustentabilidade e segurança
“O compromisso da bp bioenergy vai além do combate a incêndios, visando antecipar riscos, proteger vidas e atuar com responsabilidade ambiental,” afirma Bremm, diretor agrícola. Ele ressalta que o cenário desafiador de 2024 foi enfrentado com preparo e visão de longo prazo, consolidando a Brigada 4.0 como um pilar fundamental da operação da empresa.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Inflação nos EUA pressiona mercados globais e Ibovespa recua em manhã de volatilidade nesta quarta-feira (13/05/2026)
Mercados globais reagem à inflação dos EUA e aumentam aversão ao risco
Os mercados internacionais iniciam o dia sob forte influência do dado de inflação dos Estados Unidos, que veio acima das expectativas e reforçou o cenário de juros elevados por mais tempo. O resultado aumentou a volatilidade e reduziu o apetite por risco entre investidores globais.
Wall Street fecha sem direção única
Em Nova York, o pregão terminou de forma mista:
- Dow Jones: alta de 0,11%
- S&P 500: queda de 0,16%
- Nasdaq: recuo de 0,71%
O desempenho reflete a cautela dos investidores com o impacto da inflação sobre a política monetária do Federal Reserve, especialmente em setores de tecnologia mais sensíveis aos juros.
Europa encerra o dia em queda
As bolsas europeias acompanharam o movimento de aversão ao risco e fecharam majoritariamente no negativo:
- DAX (Alemanha): -1,54%
- CAC 40 (França): -0,45%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,04% (praticamente estável)
O continente segue atento ao cenário macroeconômico global e às expectativas sobre juros e crescimento.
Ásia fecha mista com foco em geopolítica
Na Ásia, os mercados encerraram o pregão sem tendência definida, com investidores monitorando o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping:
- Xangai (China): -0,25%
- Hong Kong: -0,22%
- Nikkei (Japão): +0,52%
- Kospi (Coreia do Sul): -2,29%
A forte queda na Coreia do Sul foi o destaque negativo, enquanto o Japão conseguiu avançar mesmo em ambiente de cautela.
Ibovespa recua na abertura com pressão de Petrobras e bancos
O Ibovespa iniciou o pregão desta quarta-feira (13) em queda, refletindo tanto o cenário externo quanto pressões domésticas em setores estratégicos.
Logo nos primeiros negócios, o índice chegou a recuar cerca de 1%, em um ambiente de maior aversão ao risco.
Destaques do mercado brasileiro:
- Abertura: queda próxima de -0,98%
- Pressão em ações de peso no índice
- Setor financeiro e energia entre os principais impactos negativos
As ações da Petrobras sofrem com a volatilidade do petróleo no mercado internacional, enquanto o setor bancário, com destaque para a Bradesco, reflete preocupações com qualidade de crédito e cenário macroeconômico mais restritivo.
Cenário doméstico: inflação e commodities no radar
No Brasil, o mercado acompanha:
- Pressão de inflação global e local
- Oscilações do petróleo
- Ajustes de expectativa para juros
- Fluxo estrangeiro mais cauteloso em mercados emergentes
O dólar também segue no centro das atenções dos investidores, oscilando diante do cenário externo mais tenso e da busca global por proteção.
Resumo do dia
O ambiente global desta quarta-feira é marcado por cautela. A inflação americana acima do esperado reacende preocupações sobre juros elevados, pressionando bolsas na Europa e gerando volatilidade na Ásia e no Brasil.
O Ibovespa acompanha o movimento externo e inicia o dia em queda, com atenção especial aos setores de energia e bancos, enquanto investidores aguardam novos sinais da política monetária dos EUA e evolução das tensões geopolíticas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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