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Divulgada a lista de produtores selecionados para o Armazém da Agricultura Familiar

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Foi divulgada nesta segunda-feira (13.04) a lista de produtores selecionados para o Armazém da Agricultura Familiar do 10º Salão do Turismo, que será realizado de 7 a 9 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). Ao todo, 18 iniciativas de diferentes regiões do país vão expor e comercializar produtos durante o evento.

O resultado completo pode ser conferido aqui

Os empreendimentos selecionados serão contatados diretamente para confirmar participação. Caso haja desistências, os candidatos do cadastro de reserva poderão ser convocados, garantindo o preenchimento total dos espaços.

Visitantes que prestigiarem o evento vão poder sentir, provar e celebrar a diversidade de várias delícias produzidas no campo.

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Das 54 iniciativas inscritas para participar do espaço, 18 foram selecionadas para expor seus produtos ao público no evento. A iniciativa é uma parceria do Ministério do Turismo (MTur) com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

Produtores selecionados

Foram selecionados três produtores do Ceará, três do Rio Grande do Sul, dois da Bahia, dois do Pará e dois do Rio de Janeiro. Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e São Paulo tiveram um agricultor selecionado, cada.

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A seleção buscou garantir representatividade nacional, com vagas distribuídas entre todas as regiões do país. O Nordeste contará com maior número de participantes, refletindo a força da agricultura familiar na região. Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste também marcarão presença com produtores selecionados.

O público poderá conhecer uma grande variedade de produtos, como doces artesanais, cachaças, vinhos, conservas, produtos à base de cacau, além de iniciativas que valorizam o protagonismo feminino e o trabalho comunitário.

São experiências que vão muito além da comercialização: cada expositor leva consigo a cultura, a tradição e a inovação do campo brasileiro.

O Armazém da Agricultura Familiar será um dos espaços mais autênticos do evento, conectando turistas, profissionais do setor e produtores rurais em uma verdadeira vitrine da produção sustentável e das economias locais.

Confira os selecionados:

1° – Artesanal Medicinais, de Nossa Senhora do Livramento (MT)

2° – Kakao Blumenn, de Brasil Novo (PA)

3° – Mostra Ceará, de Fortaleza (CE)

4° – Secretaria Municipal de Turismo de Rio Bonito, de Rio Bonito (RJ)

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5° – Cooperativa Floryá, de Bela Vista de Goiás (GO)

6° – Cocadas da Vivi, de Cocos (BA)

7° – Embalse, de São Desidério (BA)

8° – Mulheres Arretadas, de Soledade (PB)

9° – Associação Comunitária Guerreiro do Vale, de Independência (CE)

10° – Cachaça Velho Alambique, de Santa Tereza (RS)

11° – Terra Conquistada, de Fortaleza (CE)

12° – Doce Conquista, de Itaporã (MS)

13° – Sabor da Bragança, de Bragança (PA)

14° – Arte em Conservas, de Bento Petrópolis (RJ)

15° – Casa Zottis Vinhos e Uvas, de Bento Gonçalves (RS)

16° – Cachaçaria Hartmann, de Pareci Novo (RS)

17° – Assoab, de Beruri (AM)

18° – Um Jardim Vivo, de Pindamonhangaba (SP)

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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