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Inscrições para a OBMEP 2026 terminam nesta segunda-feira (16)

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As escolas interessadas em participar da 21ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), a maior olimpíada científica do país, devem se inscrever até esta segunda-feira, 16 de março. A olimpíada é promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e voltada a alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º do ensino médio de escolas públicas e privadas.  

Promovida com recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a edição de 2026 distribuirá 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa. 

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelas escolas, na página da Obmep. Podem participar da olimpíada instituições públicas municipais, estaduais e federais, bem como privadas. A competição reúne anualmente mais de 18,5 milhões de estudantes de todas as regiões do Brasil.  

Os estudantes premiados nacionalmente são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), que incentiva o desenvolvimento acadêmico e oferece uma bolsa de R$ 300, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), aos alunos de escolas públicas participantes do programa. Além da premiação nacional, a Obmep também reconhece os estudantes com melhor desempenho em cada estado. Serão distribuídas pelo menos 20,5 mil medalhas estaduais. A honraria não dá acesso ao PIC.  

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Medalhista de ouro na 20ª edição, em 2025, a estudante Úrsula Romão, de Coruripe, no interior de Alagoas, destaca a importância de participar da competição científica. “Acho que essa prova foi uma das mais importantes que eu já fiz na minha vida. Ela realmente me deu muitas oportunidades e me abriu muitas portas”.  

Como se inscrever – A inscrição é feita exclusivamente pelas escolas, que devem preencher a ficha disponível no site da Obmep, informar o código MEC/Inep e criar uma senha. No regulamento, os representantes das instituições encontram todas as informações sobre condições, prazos, datas e regras de participação.  

Provas – A olimpíada ocorre em duas fases. A 1ª fase é composta por uma prova objetiva com 20 questões, aplicada pela própria escola em 9 de junho. Os estudantes mais bem colocados serão classificados para 2ª fase, que acontece em 17 de outubro.  

Aplicada nos centros definidos pela organização da olimpíada, a prova é composta por seis questões discursivas, elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos alunos:  

  • Nível 1: 6º e 7º anos do ensino fundamental  
  • Nível 2: 8º e 9º anos do ensino fundamental  
  • Nível 3: ensino médio  
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Resultado – A divulgação dos aprovados para a segunda fase será feita em 3 de agosto, e a divulgação dos premiados nacionais, em 15 de dezembro.  

Obmep – Criada pelo Impa em 2005, a Obmep é promovida com recursos do MEC e do MCTI. A olimpíada contribui para estimular o estudo da matemática, identificar jovens talentos e promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento, além de apoiar a melhoria da qualidade da educação básica no Brasil. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Impa 

Fonte: Ministério da Educação

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Transcarioca: saiba mais sobre a 1ª trilha de longo curso do Brasil, que une a Mata Atlântica aos cartões-postais do RJ

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Quem se aventura pela Mata Atlântica na cidade do Rio de Janeiro logo se depara com charmosas setas amarelas pintadas pelo caminho. Dentro do contorno de uma pegada de bota, um detalhe simpático chama a atenção: o Cristo Redentor, de braços abertos, carrega uma mochila nas costas. Essa sinalização icônica guia os passos de quem desbrava o Parque Nacional da Tijuca, por onde passa a Trilha Transcarioca – a primeira trilha de longo curso estabelecida no Brasil.

Ela cruza a capital fluminense em um percurso de aproximadamente 180 quilômetros, interligando a Barra de Guaratiba, na Zona Oeste, ao Morro da Urca, na Zona Sul — bem aos pés do Pão de Açúcar.

Para quem busca aliar ecoturismo, história e paisagens urbanas, a rota surge como um dos itinerários mais completos do país, revelando mirantes pouco conhecidos, ruínas históricas e a rica biodiversidade nativa.

Inspiração

Idealizada originalmente em 2000, a iniciativa foi inspirada em modelos internacionais como a Appalachian Trail, nos Estados Unidos, e a Te Araroa Trail, na Nova Zelândia. Mais do que um atrativo turístico, ela funciona como um verdadeiro corredor ecológico que ‘costura’ a Cidade Maravilhosa.

Essa imensa linha verde conecta nove unidades de conservação de proteção. O visitante atravessa o Parque Natural Municipal de Grumari, o Parque Estadual da Pedra Branca, o Parque Nacional da Tijuca e os parques naturais municipais da Cidade, da Catacumba, Fonte da Saudade, José Guilherme Merquior e da Paisagem Carioca, chegando ao Monumento Natural dos Morros do Pão de Açúcar e da Urca.

Além disso, o trajeto também se conecta a outras áreas protegidas e culturais, como o Sítio Burle Marx, o Parque Estadual da Chacrinha, o Museu do Açude e o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

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Versatilidade

Uma das grandes vantagens da Trilha Transcarioca é a sua versatilidade. Ela não precisa ser feita de uma só vez, podendo ser percorrida tanto na sua integralidade quanto em seções independentes, de acordo com o interesse, o preparo físico e a disponibilidade de tempo de cada usuário.

O trajeto total é dividido em 25 trechos, que variam em distância, tempo de caminhada e nível de dificuldade.

Trechos

Quem começa a jornada em Barra de Guaratiba encontra trechos de nível moderado a difícil, passando por praias desertas como as do Meio e do Inferno, além da famosa Pedra do Telégrafo.

Avançando pelo Maciço da Pedra Branca, o aventureiro é recompensado com cachoeiras, calçamentos coloniais e o acesso ao Pico da Pedra Branca, o ponto mais alto da cidade.

Ao entrar no Parque Nacional da Tijuca, a trilha ganha contornos históricos e florestais densos. Os trechos levam a atrativos clássicos como a Cascatinha Taunay, o Bico do Papagaio e a Mesa do Imperador. É nessa região que o trilheiro encontra o percurso mais rápido de toda a rota, ligando a Mesa do Imperador à Vista Chinesa em cerca de 40 minutos.

Logo em seguida, os caminhos passam pelas Paineiras e oferecem o esperado acesso ao Corcovado, permitindo ver de perto o Cristo Redentor com sua vista panorâmica da Zona Sul.

A reta final da Transcarioca abraça o cenário urbano, com trechos de curta duração. A rota desce pelo Parque Lage, contorna a Lagoa Rodrigo de Freitas através do Parque da Catacumba e segue em direção a Copacabana e Botafogo. O encerramento do circuito acontece na famosa Praia Vermelha, onde o último trecho sobe até o Morro da Urca, proporcionando um visual inesquecível da Baía de Guanabara.

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Sustentabilidade e educação ambiental

Além de se consolidar como um produto turístico de destaque para o Brasil, a Trilha Transcarioca desempenha um papel fundamental no desenvolvimento socioeconômico sustentável, estimulando a geração de emprego e renda no entorno das unidades de conservação. O fluxo de viajantes fomenta o comércio local, o guiamento de turismo e o ecoturismo consciente em áreas que antes eram pouco visitadas.

O manejo constante e a existência da trilha funcionam também como uma ferramenta viva de educação ambiental. Ao caminhar pelos trajetos, os visitantes aprendem na prática sobre a importância de proteger ecossistemas da Mata Atlântica, que incluem áreas de restinga, manguezal, praias, costões rochosos e florestas de altitude.

Essa experiência transforma o turismo em um ato de preservação, garantindo que o patrimônio natural do Rio de Janeiro continue protegido para as próximas gerações.

Trilhas de Longo Curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 Unidades de Conservação (UCs). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejadas. Cada rota é identificada por uma logomarca em formato de pegada nas cores preta e amarela e pode personalizar sua logomarca inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas. Porém, não se resume apenas a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como por exemplo, cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outros atrativos.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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