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Prêmio Nacional do Turismo: saiba quais são as categorias e quem está apto a concorrer

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O Prêmio Nacional do Turismo, a mais importante premiação do setor no Brasil, chega a sua quarta edição em 2025 para premiar iniciativas práticas inovadoras e casos de sucesso relacionados aos setores público e privado e ao terceiro setor do turismo brasileiro, assim como profissionais que tenham atuado de maneira criativa, inovadora e proativa em prol do desenvolvimento do turismo no país. A premiação é uma parceria entre o Ministério do Turismo (MTur) e o Conselho Nacional do Turismo (CNT).

As melhores práticas, ao serem premiadas, ganham visibilidade e podem ser replicadas em outros destinos, contribuindo para a melhoria das condições do turismo em todo o território nacional. As inscrições para o Prêmio seguem abertas podem ser feitas até às 18h do dia 14 de outubro.

A premiação está dividida em duas modalidades: “Iniciativas de Destaque no Turismo” e “Profissionais de Destaque no Turismo”.

Profissionais de Destaque – Como novidade para 2025, além do primeiro lugar, também serão premiados com troféus o 2º e o 3º colocados em cada uma das oito categorias. Confira abaixo as áreas participantes:

a) Academia: professores, pesquisadores, cientistas, dentre outros ligados ao ensino e pesquisa voltados ao turismo.

b) Governo – Dirigentes e Parlamentares: agentes públicos com cargo diretivo, eletivo ou da alta administração, como ministros, secretários estaduais ou municipais de turismo, prefeitos, deputados, vereadores, presidentes de entidades públicas.

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c) Governo – Técnicos: agentes públicos que atuam diretamente com políticas voltadas ao turismo, como diretores, superintendentes, gerentes, coordenadores, técnicos, analistas.

d) Iniciativa Privada – Empreendedores de Médio e Grande Porte: empresários ou funcionários de organizações de médio e grande porte ou gestores que atuam em atividades econômicas ligadas diretamente à cadeia produtiva do turismo em empresas do porte dessa categoria.

e) Iniciativa Privada – Micro, Pequenos Empreendedores e MEI: micro e pequenos empresários e microempreendedores individuais, gestores ou profissionais que atuam em atividades econômicas ligadas diretamente à cadeia produtiva do turismo em empresas do porte dessa categoria.

f) Imprensa e Mídias Sociais: profissionais que atuam como jornalistas, repórteres, editores, escritores editoriais, colunistas, fotógrafos, blogueiros, influenciadores digitais, voltados à divulgação de conteúdos relacionados ao turismo.

g) Mulheres empreendedoras no turismo: profissionais que atuam na cadeia produtiva do setor do turismo liderando mudanças e transformando plataformas para o empreendedorismo feminino.

h) Lideranças sociais ou comunitárias de destaque no Turismo: representantes da sociedade civil que exercem um papel transformador no setor do turismo, atuando e representando comunidades negras, indígenas, povos e comunidades tradicionais, ciganos e de Terreiros, comunidade LGBTQIA+, mulheres, juventude, pessoas com deficiência, agricultores familiares e empreendedores familiares rurais.

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Iniciativas de Destaque – O edital vai premiar projetos e ações de entes públicos, privados ou do terceiro setor que impactaram positivamente o turismo nos últimos 24 meses. Serão premiados os três primeiros colocados em 12 categorias.

a) Governança e Gestão do Turismo
b) Gestão de Dados e Inteligência em Turismo
c) Turismo Sustentável e Ações de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima
d) Economia Criativa e Produção Associada no Turismo
e) Valorização do Patrimônio Cultural no Turismo
f) Valorização do Patrimônio Natural no Turismo
g) Qualificação, Formação e Inserção Produtiva de Pessoas no Turismo
h) Promoção e Marketing no Turismo
i) Turismo de Base Comunitária
j) Equidade, Diversidade e Inclusão no Turismo
k) Afroturismo
l) Trilhas de Longo Curso como Vetores de Desenvolvimento Turístico

Dúvidas sobre as inscrições:
Telefone/WhatsApp: (45) 3576-7107
[email protected]

Por Marco Guimarães


Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Luiz Marinho defende em SP redução de jornada para 40 horas semanais com dois dias de folga remunerados

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (14), em São Paulo, a aprovação da proposta que estabelece a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. A declaração foi feita durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que debate, nos estados, a PEC 221/2019, voltada ao fim da escala 6×1 no Brasil. “É isso que a PEC precisa definir, o restante deve ser definido por negociação coletiva, na convenção coletiva de cada categoria. Essa discussão da regulamentação deve ser construída entre trabalhadores e empregadores, respeitando especificidades de cada setor”, defendeu Marinho.

Segundo o ministro, a mudança para a escala 5×2 vai gerar mais produtividade, redução do absenteísmo e melhora no ambiente de trabalho. “Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais. A maioria dos países já não utilizam mais a jornada de 44 horas”, afirmou.

Sobre a compensação pedida por algumas frentes do setor produtivo, que desejam desonerações para compensar a redução da jornada, o ministro ressaltou que isso não vai ocorrer. “O fim da escala 6×1 será compensada pelo ganho no ambiente do trabalho, pelo ganho de melhoria da qualidade e da produtividade. Ao reduzir a jornada, se elimina o absenteísmo, evita acidentes e doenças”.

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As audiências nos estados da Comissão Especial que discute a PEC 221/2019 continuam por todo o mês de maio, com votação do relatório previsto para o dia 26 de maio.

Ao fim da audiência, o ministro prestigiou o encontro nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), que acontece em São Paulo até o dia 16 de maio e reúne sindicalistas de todo o país para debater temas como negociação coletiva, os desafios dos sindicatos, o uso da inteligência artificial e a LGPD no movimento sindical, além da aplicação da norma da NR-1.

Aos participantes, Luiz Marinho destacou a importância da pressão da classe trabalhadora para que medidas como a redução de jornada, fim da escala 6×1 e regulamentação de trabalhadores por aplicativos sejam aprovadas no Congresso Nacional.

“A classe trabalhadora passou por uma reforma trabalhista traumatizante nos governos anteriores e para aprovar mudanças que beneficiem a categoria agora, tem de pressionar o Parlamento, senão elas não saem. Foi assim para a inserção de quem ganha até R$ 5 mil reais por mês no imposto de renda, ganho real no salário mínimo e várias outras conquistas. Hà um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres e da juventude, que quer ter mais tempo para a família, cuidar dos filhos. Muitas empresas estão com dificuldade de preencher as vagas quando se fala que a escala é 6×1″, defendeu. “Algumas empresas resolveram antecipar a redução, implantando a escala 5×2, e o resultado é que eles zeraram as faltas, melhoraram a produtividade, o qualidade do seu serviço. O Brasil pode e deve sim cuidar melhor da saúde mental e física dos seus trabalhadores”, complementou.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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