CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Conheça a estrutura do Núcleo 4.0 do Juízo das Garantias em Mato Grosso

Publicados

MATO GROSSO

O Poder Judiciário de Mato Grosso colocou em funcionamento, nesta semana, o Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias. A nova estrutura organiza a atuação de magistrados responsáveis pelo controle da legalidade da investigação criminal e pela proteção dos direitos fundamentais na fase pré processual.

Com isso, os procedimentos relacionados à fase de investigação deixam de tramitar pelo Plantão Judicial e passam a ser analisados pelos juízes das Garantias e pelas varas especializadas, conforme a competência. Nos finais de semana e feriados, os encaminhamentos permanecem sob responsabilidade do Plantão Criminal.

O Núcleo 4.0 (com os gabinetes dos juízes das garantias e secretaria unificada) está sediado do Fórum da Capital, mas funciona de forma regionalizada e atende todas as comarcas do Estado. A juíza Laura Dorileo Cândido é a coordenadora do Juízo das Garantias e a juíza coordenadora adjunta, Edna Ederli Coutinho. O gestor-geral é servidor Franck Robson de Oliveira, que já atuava no Núcleo de Custódia de Cuiabá e o atendimento ao público e às instituições ocorre pelo WhatsApp (65) 3648-6120.

O Juízo das Garantias atua desde a comunicação da prisão até o oferecimento da denúncia. Após essa etapa, outro magistrado assume o processo, o que assegura a separação de funções e a imparcialidade no julgamento. O instituto foi criado pela Lei nº 13.964 de 2019, conhecida como Pacote Anticrime.

A organização em Núcleo 4.0 permite que magistrados atuem de forma integrada, com uso intensivo de tecnologia, superando limites geográficos e garantindo atendimento contínuo às demandas urgentes do sistema de justiça criminal.

Leia Também:  Doze motoristas são flagrados dirigindo alcoolizados na madrugada desta sexta-feira (19)

Organização regional

O Núcleo do Juízo das Garantias está dividido em sete regionais e 10 gabinetes responsáveis por grupos de comarcas.

Regional 1 – Cuiabá
A juíza Henriqueta é uma mulher branca, de cabelos castanhos aos ombros, ela está vestindo um blazer branco e uma blusa bege
Juízes:
Gabinete 1 – Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima
Gabinete 2 – Edna Ederli Coutinho
Gabinete 3 – Cássio Leite de Barros Netto

Comarcas atendidas: Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Poconé, Santo Antônio de Leverger, Nobres, Rosário Oeste, Jaciara, Juscimeira, Campo Verde e Dom Aquino.

Regional 2 – Sinop

Juízas:
Gabinete 4 – Laura Dorileo Cândido
Gabinete 5 – Cláudia Anffe Nunes da Cunha

Comarcas atendidas: Sinop, Colíder, Itaúba, Marcelândia, Cláudia, Terra Nova do Norte, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Ubiratã, Feliz Natal, Vera e Tapurah.

Regional 3 – Rondonópolis
Juiz:
Gabinete 6 – Pedro Flory Diniz Nogueira

Comarcas atendidas: Rondonópolis, Primavera do Leste, Poxoréu, Paranatinga, Pedra Preta e Itiquira.

Regional 4 – Barra do Garças


O juiz Luís Felipe é um homem branco, de cabelos escuros curto e óculos. Ele usa um terno cinza claro, camisa azul listrada e uma gravata azul.
Juiz:
Gabinete 7 – Luís Felipe Lara de Souza

Comarcas atendidas: Barra do Garças, Novo São Joaquim, Nova Xavantina, Campinápolis, Água Boa, Canarana, São Félix do Araguaia, Porto Alegre do Norte, Vila Rica, Querência e Ribeirão Cascalheira.

Regional 5 – Cáceres

Juiz:
Gabinete 8 – Antonio Fábio da Silva Marquezini

Comarcas atendidas: Cáceres, Jauru, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Pontes e Lacerda, Araputanga e Comodoro.

Regional 6 – Juína

Juíza:
Gabinete 9 – Marina Carlos França

Comarcas atendidas: Juína, Juara, Aripuanã, Brasnorte, Porto dos Gaúchos, Tabaporã, Colniza, Cotriguaçu, Alta Floresta, Apiacás, Paranaíta, Nova Canaã do Norte, Nova Monte Verde, Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo e Matupá.

Regional 7 – Tangará da Serra

Juíza:
Gabinete 10 – Lílian Bartolazzi Laurindo Bianchini

Comarcas atendidas: Tangará da Serra, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Diamantino, Arenápolis, Nortelândia, Nova Mutum e São José do Rio Claro.

Leia Também:  SES entrega notebooks para gestão dos hospitais regionais de Mato Grosso

Atendimento integrado

Com 10 magistrados distribuídos nas sete regionais, o Núcleo 4.0 centraliza decisões da fase pré-processual, como audiências de custódia e medidas urgentes, garantindo mais agilidade, padronização de procedimentos e melhor comunicação entre Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, forças de segurança e advocacia.

A estrutura segue o modelo definido pela Portaria Conjunta TJMT PRES CGJ nº 11 de 2025 e representa uma reorganização da Justiça Criminal no Primeiro Grau, com foco na eficiência do serviço e no atendimento ao cidadão.

Leia também:

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais

Publicados

em

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.

O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.

As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.

Leia Também:  Abertas as inscrições para processo seletivo para contratação de bombeiros temporários

Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.

Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.

Nome da operação

O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.

Operação Pharus

A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Leia Também:  Justiça dá prazo de 10 dias para réus se manifestarem em ação do MP

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA