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Polícia Civil faz buscas em empresa que loca contêineres e conduz quatro pessoas

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) realizou na terça-feira (06.06), buscas em três contêineres de uma empresa, no bairro Pico do Amor, em Cuiabá.

A fiscalização foi realizada pelos policiais civis para averiguar denúncia sobre suposto armazenamento de cigarros eletrônicos no local.

No endereço não foram encontrados cigarros eletrônicos, mas foram localizadas caixas de fumo para narguilé com suspeita de terem sido importadas de forma ilegal.

Por ser produto derivado de tabaco e com indícios de contrabando, os quatro funcionários foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal, ouvidos e liberados.

O delegado da Decon, Rogério Ferreira, explica que o comércio de cigarros eletrônicos, produto muito procurado por jovens em festa e baladas, é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência reguladora proibiu a importação, comercialização e o anúncio de cigarros eletrônicos no Brasil por causa dos riscos que o produto representa para a saúde humana.

“O armazenamento, a exposição à venda ou a comercialização de cigarros eletrônicos é crime contra as relações de consumo por ser considerado produto impróprio para o consumo, com pena de prisão que pode chegar a 5 anos e multa”, destacou o delegado.

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Denúncias sobre empresas e pessoas que estiverem armazenando ou comercializando cigarros eletrônicos podem ser feitas pelo disque 197, ou através do registro de boletim de ocorrência em qualquer unidade policial, pela Delegacia Virtual ou pessoalmente na Decon (Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, s/nº, bairro Planalto).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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