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Davi Alcolumbre participa da IV Cúpula Celac-China, em Pequim

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O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), participou nesta terça-feira (13) da IV Cúpula Celac-China, realizada em Pequim. Representando o Parlamento brasileiro, Davi integrou a comitiva oficial ao lado do presidente Lula, durante uma das agendas diplomáticas mais relevantes do ano no cenário internacional.

O encontro reuniu líderes da América Latina, do Caribe e da China em torno de temas estratégicos como cooperação econômica, desenvolvimento sustentável, conectividade e integração política entre os países do bloco. Como parte da programação, Davi participou da cerimônia de abertura do fórum e de reuniões com o presidente chinês Xi Jinping, o primeiro-ministro Li Qiang e o presidente da Assembleia Popular, Zhao Leji.

Durante a missão, também foram assinados mais de 20 acordos bilaterais entre Brasil e China em áreas como agricultura, energia, inovação, meio ambiente, saúde e inteligência artificial. A China já é o principal parceiro comercial do Brasil e um dos maiores investidores na América Latina.

Para Davi, a presença do Congresso Nacional na Cúpula é essencial para fortalecer o papel do Parlamento na política externa brasileira.

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— Representar o Congresso Nacional neste encontro internacional é reafirmar o compromisso do Parlamento brasileiro com o multilateralismo, com o diálogo entre os povos e com a busca por soluções globais baseadas no respeito mútuo e no desenvolvimento sustentável. O protagonismo da América Latina no cenário internacional passa, também, pela atuação dos seus Parlamentos. Participar da cúpula é dar legitimidade democrática aos compromissos que o Brasil assume com seus parceiros estratégicos — afirmou o senador.

A parceria entre China e Celac completa 10 anos em 2025, com avanços significativos na promoção de investimentos e no combate à pobreza nos países-membros.  

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Junho Vermelho, mês de conscientização para doação de sangue, pode virar lei

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O mês de junho está perto de se tornar oficialmente o Junho Vermelho, dedicado a campanhas anuais de incentivo à doação de sangue. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, na quarta-feira (15), a inclusão da data na legislação federal. O texto vai à sanção presidencial, exceto se os senadores pedirem análise em Plenário.

Segundo o Projeto de Lei (PL) 205/2022, da Câmara dos Deputados, estão previstas a criação e distribuição de materiais educativos sobre o tema, eventos e ações de conscientização pública e a iluminação de prédios governamentais na cor vermelha no mês de junho. 

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) leu o relatório do senador Wilder Morais (PL-GO). Ela apontou que a oferta de sangue em hospitais ocorre exclusivamente por voluntários.

— A doação de sangue é um pilar inestimável da saúde pública. Não existe substituto artificial para o sangue humano; portanto, a garantia de estoques adequados depende exclusivamente do altruísmo — afirmou.

Segundo o Ministério da Saúde, 1,6% da população brasileira doou sangue no SUS em 2023, o que representou 3,2 milhões de bolsas coletadas. A Organização Mundial de Saúde recomenda que cada país tenha uma população doadora entre 1% e 3%.

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A reunião da CAS foi presidida pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI).

A legislação federal já celebra em junho a conscientização sobre o meio ambiente: o Junho Verde.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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