POLITÍCA NACIONAL
Moro defende regras mais duras para soltura de presos em audiências de custódia
POLITÍCA NACIONAL
Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (25), o senador Sergio Moro (União–PR) defendeu a sanção do projeto de lei (PL 226/2024), que muda as regras para a soltura de presos nas audiências de custódia. O senador afirmou que a proposta é necessária para evitar que acusados de crimes graves sejam colocados em liberdade, oferecendo riscos à sociedade. Ele citou o caso de uma mulher grávida assassinada em Pernambuco, cujo suspeito foi liberado com tornozeleira eletrônica.
— Aguardamos a sanção do presidente da República para essa semana. Espero que não haja o veto. É de essencial importância nós restringirmos as solturas nas audiências de custódia. Do outro lado, nós podemos fazer um paralelo, que enquanto criminosos que devem ficar presos estão sendo liberados, há aqueles que são tratados com demasiado rigor pela Justiça — afirmou.
Moro citou dados do Paraná que revelariam distorções nas audiências de custódia. O senador afirmou que cerca de 60% das pessoas presas em flagrante no estado são liberadas após a apresentação ao juiz, percentual superior à média nacional, estimada em 40%. Para ele, os números demonstram que a legislação tem sido aplicada de forma desigual no país, resultando na repetição de delitos após a soltura.
8 de janeiro
Moro comparou o cenário ao rigor empregado aos presos pelos atos de 8 de janeiro e defendeu a anistia aos condenados por tentativa de golpe de estado.
— Prisões preventivas de mais de dois anos, se aproximando de três anos, e penas beirando os 20 anos para pessoas muito simples. E posso falar com autoridade, porque visitei algumas delas na prisão. São pessoas absolutamente simples, que têm ciência que erraram, que não deveriam ter agido daquela forma, mas jamais um tratamento assim tão rigoroso. É hora de o Congresso se debruçar sobre essa anistia, se debruçar sobre, se não for possível a anistia, um ajustamento dessas penas a patamares que sejam minimamente razoáveis — declarou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Comissão de Trabalho discute regulamentação do ofício de instrutor de armamento e tiro
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na quarta-feira (29) para discutir o Projeto de Lei 2520/25, do deputado Marcos Pollon (PL-SP), que regulamenta o exercício das profissões de instrutor de armamento e tiro e de instrutor de tiro desportivo.
A reunião será realizada às 16 horas, em plenário a ser definido.
O debate foi pedido pelo deputado Capitão Alden (PL-BA), relator da proposta. Ele afirma que a ausência de regras claras tem gerado insegurança jurídica e diferenças na formação e no desempenho dos profissionais.
O parlamentar acrescentar que o objetivo é estabelecer parâmetros legais para as atividades e avaliar os critérios de capacitação a serem exigidos.
“O projeto envolve atribuições com responsabilidade técnica e impacto na segurança dos praticantes”, lembra.
O texto já foi aprovado, no ano passado, pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.
Da Redação – MO
Fonte: Câmara dos Deputados
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