TECNOLOGIA
Inscrições para a 3ª Olimpíada Brasileira de Satélites são prorrogadas
TECNOLOGIA
As inscrições para a 3ª Olimpíada Brasileira de Satélites do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (OBSAT MCTI) foram prorrogadas até 25 de maio. Nascida de uma iniciativa para promover experiências teóricas e práticas em projetos de satélites de pequeno porte, o concurso é realizado bianualmente. Podem participar da olimpíada alunos do ensino fundamental II até a graduação.
“A Olimpíada Brasileira de Satélites fortalece os conhecimentos sobre o espaço e aperfeiçoa os conhecimentos sobre física, matemática, química e engenharia”, explica o secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do MCTI, Inácio Arruda.
A OBSAT é dividida em duas modalidades. A primeira é a teórica, onde o aluno é capacitado e realiza uma prova transversal em tópicos espaciais e satelitais. Na prática, os estudantes constroem o próprio protótipo, de maneira que ele realize sua própria missão espacial durante os eventos da competição, com base nas habilidades e competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
A competição busca disseminar o conhecimento espacial, oferecer capacitações, motivar estudantes brasileiros de todos os níveis a seguirem carreira técnico-científicas e promover experiências teóricas e práticas em projetos de satélites para estudantes e professores de instituições de ensino fundamental, médio, técnico profissionalizante e universitários.
A OBSAT foi criada pelo MCTI e é organizada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com apoio e parceria da Agência Espacial Brasileira (AEB), autarquia vinculada ao MCTI.
TECNOLOGIA
Com apoio da Lei do Bem, Agrosystem desenvolve soluções de agricultura de precisão
A Agrosystem foi a vencedora do 9º Prêmio Nacional de Inovação na categoria Lei do Bem – Média Empresa. Promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Sebrae, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o evento agraciou, pela primeira vez, projetos inovadores que utilizaram a Lei 11.196/2005, a principal política de incentivo ao investimento privado em pesquisa e desenvolvimento (PD&I) no Brasil.
Com sede em Ribeirão Preto (SP), a Agrosystem atua no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o agronegócio com foco na agricultura de precisão, automação, sensoriamento e conectividade para o plantio de grãos.
O projeto premiado foi o Bolt, dosador de sementes 100% elétrico criado para elevar a precisão, autonomia e eficiência no plantio. A empresa começou a utilizar a Lei do Bem a partir de 2023, como parte de sua estratégia de PD&I para impulsionar o desenvolvimento de soluções de tecnologia para o campo.
“A Agrosystem nasceu como uma distribuidora de tecnologias para agricultura de precisão e foi pioneira na comercialização desse tipo de solução no Brasil. Ao longo de sua trajetória, a empresa foi ampliando sua atuação e consolidando sua presença no agronegócio, sempre conectada à evolução tecnológica do setor”, afirma Thiago Carvalho, CEO da Agrosystem.
A empresa estima ter destinado mais de R$ 4 milhões à inovação usando a legislação. O instrumento também ajuda a mitigar riscos dos investimentos em pesquisa e compartilha esse esforço com o setor público.
Em março, o diretor de Engenharia e operações da Agrosystem, Arthur de Paula Ferreira, recebeu o prêmio de Inovação das mãos do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Daniel Almeida.
“A Lei do Bem é um instrumento estratégico e fundamental para a Agrosystem. Entendemos que o instrumento gera um impacto sistêmico relevante, fortalecendo todo o ecossistema de inovação nacional, ao estimular o desenvolvimento tecnológico no setor privado, contribui para o aumento de produtividade, geração de valor e evolução tecnológica de segmentos estratégicos, como o agronegócio”, afirma Arthur Ferreira.
A empresa foi fundada em 1989 por Carlos Henrique Jacintho Andrade, filho de agricultores e engenheiro mecânico de formação. Atualmente, a companhia mantém 150 profissionais de diferentes áreas de formação, como engenharias, agronomia, administração e tecnologia da informação.
Lei do Bem
A criação da categoria Lei do Bem no Prêmio Nacional de Inovação é uma das iniciativas do MCTI para reforçar a visibilidade e o alcance da legislação. A Lei concede incentivos fiscais a empresas que investem em PD&I no Brasil. Em 2025 (dados do ano-base 2024), o instrumento alavancou R$ 51,6 bilhões em investimentos para PD&I por meio de 14 mil projetos. O MCTI é o responsável por reconhecer os projetos de inovação inscritos.
Em celebração às duas décadas de Lei do Bem, o ministério promoveu um conjunto de iniciativas para acelerar a análise de projetos e facilitar a participação das empresas. Um dos exemplos é a parceria com a Embrapii para garantir tramitação simplificada para empresas que já tiveram projetos avaliados e aprovados por uma das instituições. Outra é a atualização da página da Lei do Bem, que traz todas as informações para as empresas interessadas em usá-la.
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