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Soja apresenta estabilidade no Sul e plantio avança no Centro-Oeste enquanto Chicago recua com pressão externa
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A semana foi marcada por estabilidade no mercado de soja do Sul do Brasil, enquanto o plantio avança com força em estados do Centro-Oeste. Segundo a TF Agroeconômica, os preços se mantêm firmes no Rio Grande do Sul, mesmo diante das preocupações climáticas.
No estado, a saca foi negociada a R$ 136,20 nos portos, com entrega prevista para outubro, enquanto nas praças do interior, como Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, o valor ficou em torno de R$ 131,00/sc. Em Panambi, o mercado apresentou maior resistência, com queda no preço de pedra para R$ 120,00/sc.
Em Santa Catarina, a comercialização segue cautelosa, com foco no planejamento da próxima safra. O cenário de entressafra logística e a estabilidade nas cotações internacionais têm reduzido o apetite dos compradores. No porto de São Francisco do Sul, a saca é cotada a R$ 136,24.
Já no Paraná, o plantio avança em ritmo acelerado e as cotações registraram valorização. Em Paranaguá, o preço da soja chegou a R$ 138,73 (+0,62%), enquanto em Cascavel foi de R$ 128,23 (+0,44%) e em Maringá, R$ 129,73 (+1,40%). Em Ponta Grossa, o valor alcançou R$ 132,73 (+2,79%), e em Pato Branco, R$ 136,54 (+0,22%) por saca.
Centro-Oeste inicia plantio com cotações mistas e influência do clima
Nos estados do Centro-Oeste, o mercado da soja apresenta comportamento misto. No Mato Grosso do Sul, o plantio começou sob influência das variações climáticas, refletindo em oscilações regionais de preço. Ponta Porã registrou a maior valorização do dia, com a saca a R$ 128,00 (+4,07%), enquanto Maracaju, Dourados, Campo Grande e Sidrolândia apresentaram leves recuos, com valores próximos de R$ 121,48/sc (-0,52%).
No Mato Grosso, o avanço do plantio também mantém o mercado instável. Em Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis, a saca é negociada a R$ 124,00, com alta de cerca de 2,2%, enquanto em Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso os preços ficaram em torno de R$ 117,43/sc, ligeiramente abaixo do dia anterior.
Chicago devolve ganhos e volta a operar em baixa com pressão sobre o farelo
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos da soja voltaram a recuar nesta quinta-feira (9), após os ganhos da sessão anterior. Por volta das 6h30 (horário de Brasília), os futuros registravam queda entre 4 e 4,25 pontos, com o vencimento janeiro cotado a US$ 10,40/bushel e maio a US$ 10,66/bushel.
O movimento de realização de lucros no mercado do farelo de soja influenciou o recuo, após uma semana marcada por volatilidade. A incerteza também é alimentada pela paralisação do governo dos Estados Unidos, que impede a divulgação de dados oficiais do Departamento de Agricultura (USDA), em plena colheita da safra norte-americana.
Além disso, traders seguem atentos ao ritmo do plantio brasileiro e às condições climáticas, principalmente em Mato Grosso, onde já há relatos de necessidade de replantio devido à falta de chuvas.
No cenário internacional, as expectativas sobre acordos comerciais entre China e Estados Unidos continuam distantes, mantendo a nação asiática concentrada nas compras da América do Sul.
Baixa produtividade e ritmo lento de vendas sustentaram altas na véspera
Na sessão anterior, os contratos da soja haviam encerrado o dia em alta em Chicago, sustentados pela perspectiva de produtividade abaixo do esperado nos EUA e pelo ritmo lento das vendas por parte dos produtores norte-americanos.
O mercado aposta que o USDA poderá revisar para baixo suas estimativas de rendimento e produção nas próximas divulgações. Devido à paralisação governamental, o relatório que seria publicado em 9 de outubro segue sem nova data confirmada.
Os preços domésticos nos EUA permaneceram firmes, com produtores retraídos à espera de avanços nas negociações entre Pequim e Washington. Os contratos com entrega em novembro fecharam em US$ 10,29/bushel (+0,73%), enquanto o janeiro encerrou a US$ 10,44/bushel (+0,50%).
Nos subprodutos, o farelo para dezembro subiu para US$ 278,00/tonelada (+0,39%), e o óleo de soja para o mesmo mês encerrou a 51,48 centavos de dólar por libra-peso (+0,86%).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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MPA realiza capacitação do PROPESC no Pará
O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, esteve presente na capacitação do Programa Nacional de Regularização de Embarcações de Pesca (PROPESC), em Belém (PA), nesta sexta-feira (24). O evento teve a finalidade de orientar técnicos, pescadores e gestores sobre o Registro Geral da Pesca (RGP), vistorias e ordenamento de embarcações. Na oportunidade, participaram proprietários de embarcações, pescadores, armadores de pesca e representantes de entidades de classe.
O ordenamento pesqueiro é o conjunto de normas e ações que visa organizar a atividade pesqueira de modo que todos possam ter acesso ao recurso de forma igualitária e que deve considerar os componentes biológico-pesqueiros e ecossistêmico, econômicos e sociais.
O ministro Edipo Araujo afirmou que o momento é muito importante para o Pará, onde a pesca é pujante e tem números significativos. “É uma alegria estar aqui para dialogar cara a cara com os atores que desenvolvem a atividade pesqueira. Só aqui no Pará existem 2 mil embarcações registradas em nosso sistema e que a gente precisa no âmbito do PROPESC vistoriar e capacitar os profissionais, reunindo os diferentes setores envolvidos para capacitá-los em tudo que envolve registro, monitoramento e controle, além das questões higiênicos sanitárias embarcações”, disse.
Para a diretora de Registro e Monitoramento do MPA, Elielma Borcem, essa ação visa a sustentabilidade da pesca. “Essa é uma das ações que temos orgulho, pois é uma pescaria de conhecimento. Ela tem o objetivo de garantir uma sustentabilidade futura do pescado. Estamos capacitando esse público para que se tornem multiplicadores dessas informações para fortalecer uma atividade pesqueira duradoura”, declarou.
Segundo o armador de pesca Genivar Gomes, essa é uma oportunidade a mais para aprender. “Hoje eu vim participar e escutar muita coisa importante para poder contribuir com a normas e com o setor. Eu venho trabalhando para ampliar o conhecimento para a nossa classe”, destacou.
De acordo com a armadora de pesca Ana Telma, o momento foi fundamental para a troca de conhecimento entre os armadores e o poder público. “Eu, como mulher armadora de pesca, vim aqui receber o certificado de que minha embarcação está regularizada e vai valer por mais dez anos. Estou muito feliz nessa troca de informação com a gente da prática e os técnicos que possuem a teoria. Essa troca de informação vai ajudar o desenvolvimento de nosso trabalho e de nossas famílias”, finalizou.
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